Xiada | O Cabaleiro Alvar e a guerra semántica

Bueno, caralho, bueno.

Os que me conhecem já me conhecem. Decidim tentar volver fazer um blog, por varios motivos (entre eles o estilo e a liberdade, e a ausência de obstáculos medievais).

Ao começo nom sei que ponher, sera que já nom saio tanto. O galês tem umha fonética belisima, mas isso por algumha razom semelha de sentidinho. Acentos de folhas, profundos de terra, e também a rudeça da rocha dos cantís.

Vaia un exemplo: Cymraeg (língua de Cymru) > /kama’raig/ e /’kemri/, se violentamos um chisco o alfabeto fonético internacional (nom vou buscar os símbolos correctos agora, inda que sospeito que estarám em Wikipedia).

[Notas: em galês, a letra y é umha vogal, que "nom se pronuncia"totalmente se nom está na última sílaba, nesse caso pronuncia-se mais ou menos coma um i. A u é a mesma que a francesa, e w é outra voga (/u/). E as dúas eles é umha cousa impronunciable pra mim que soa medio th, pero cumha especie de chasquido].

Os nomes das cores sempre me parecerom moi interesantes numha língua:

Gwyn > Branco
Gwyrdd > Verde
Arian > Prateado, prata
Llwyd > Gris
Glas > Azul
Melyn > Amarelo
Coch > Vermelho (Cymru Goch é Gales Vermelho, partido comunista e republicanista disolto)

A ver como queda esto… e vou parar de escrever, que ando algo canso.

Saúde!

[Edit: cadair é cadeira em galês, pero a raíz é grega, nom como pensava eu antes de que me corregira (acertadamente) a Maralla]