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	<title>Xiada</title>
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	<description>O Cabaleiro Alvar e a guerra semántica</description>
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		<title></title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 16:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xiada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[MANIFESTO POR UMHA TRADUÇOM E INTERPRETAÇOM AO SERVIÇO DE TODA A SOCIEDADE E DE TODAS AS SOCIEDADES
Declaraçom de Granada suscrita pelos participantes no I Foro Internacional de Traduçom, Interpretaçom e Compromisso Social

Os participantes no I Foro Internacional sobre o compromisso social na Traduçom e Interpretaçom, celebrado em Granada do 28 ao 30 de abril de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>MANIFESTO POR UMHA TRADUÇOM E INTERPRETAÇOM AO SERVIÇO DE TODA A SOCIEDADE E DE TODAS AS SOCIEDADES</h1>
<p>Declaraçom de Granada suscrita pelos participantes no I Foro Internacional de Traduçom, Interpretaçom e Compromisso Social</p>
<div>
<p>Os participantes no I Foro Internacional sobre o compromisso social na Traduçom e Interpretaçom, celebrado em Granada do 28 ao 30 de abril de 2007, consciêntes de</p>
<p>•     que as profissons de tradutor e intérprete nom se limitam à funçom de simples veículo neutral entre ideias e culturas,</p>
<p>• que @s tradutores/as e intérpretes a travês da história forom empregados nom só como meio para a difussom de ideias e expansom das culturas além de barreiras lingüísticas, senom também, e com demasiada frequência, como umha ferramenta de colonizaçom e de dominaçom social, económica, política e de gênero;</p>
<p>• que o processo de mundializaçom neoliberal e a emergência dum movimento social mundial em via de gestaçom deixam cada vez mais patente o rol d@ tradutor/intérprete como instrumento para reforzar aos globalizadores por um lado, ou @s globalizad@s e altermundistas por outro;</p>
<p>Fazemos umha chamada @s profissionais, investigadores e estudantes de traduçom e interpretaçom consciêntes da necessidade de dar um giro a estas profissions com o objectivo de ponhê-las ao serviço de toda a sociedade e de todas as sociedades a ponher os seus conhecimentos ao serviço</p>
<p>• da construcçom de sociedades interculturais que, sem menoscabo das culturas de acolhida, favoreçam a comunicaçom e enriquecemento mútuo entre as diferentes culturas presentes em cada sociedade,</p>
<p>•     do fortalecimento dos vínculos entre os movimentos socias que em todo o mundo promovem umha sociedade máis justa,</p>
<p>• da defesa da diversidade lingüística atravês da disponhivilidade tradutora e do respeito à igual dignidade de todas as línguas em todas as esferas, a acadêmica inclusice, face ao domínio hegemónico das línguas coloniais,</p>
<p>• do fortalecimento de asociaçons e redes locais e internacionais de tradutores e intérpretes que trabalham com estes princípios e objectivos, ou a criaçom doutras novas se for preciso,</p>
<p>• da defesa dumha formaçom de tradutores e intérpretes acorde com estes fins e nom exclussivamente ao serviço do mercado actual, nem dos poderosos e dominantes em cada sociedade e no mundo,</p>
<p>•     do rejeitamento à utilizaçom de tradutores e intérpretes pelos ejércitos nas guerras de ocupaçom,</p>
<p>• da defesa de organizaçons profissionais nom preocupadas únicamente pela defesa de interesses gremiais dum sector de trabalhadores, senom pelas necessidades do conjunto da sociedade e das sociedades, e abertas ao conjunto de todas as profissons.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quan jo sigui ben mort&#8230;</title>
		<link>http://xiada.blogaliza.org/2009/11/09/quan-jo-sigui-ben-mort/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 08:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xiada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[L&#8217;endemà de bon matí
veu la forca preparada,
en &#8220;La Pera&#8221; dóna un crit,
és l&#8217;última pregària:

Quan jo sigui ben mort
i penjat de l&#8217;alta forca
i defalleixi mon cor
i m&#8217;aneu a posar a la fossa,

que algú resi una pregària
davant la Verge del Carme
i que dos ciris tinguin flama.
Ningú no ho va fer&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>L&#8217;endemà de bon matí<br />
veu la forca preparada,<br />
en &#8220;La Pera&#8221; dóna un crit,<br />
és l&#8217;última pregària:<br />
<em><br />
Quan jo sigui ben mort<br />
i penjat de l&#8217;alta forca<br />
i defalleixi mon cor<br />
i m&#8217;aneu a posar a la fossa,</em></p>
<p><em><br />
que algú resi una pregària<br />
davant la Verge del Carme<br />
i que dos ciris tinguin flama.</em></p>
<p><span style="color: #ff0000">Ningú no ho va fer&#8230;</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title></title>
		<link>http://xiada.blogaliza.org/2009/10/13/156/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 15:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xiada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[É francamente vivificante

enganchar o dia cos dentes
Muito melhor assim!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É francamente vivificante<br />
<span style="color: #99ccff"><strong><em><br />
enganchar o dia cos dentes</em></strong></span></p>
<p>Muito melhor assim!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Yep yep.</title>
		<link>http://xiada.blogaliza.org/2009/08/31/yep-yep/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 11:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xiada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[Imos assasinando o que queda do verám.
Constato que tenho diamantes duros dos que de vez em quando me esquezo, que resistem os auto-bombardeos (Hometown Glory).
Constato que a pesar dos meus tirando-a-bos esforços inda nom me dim auto-arrancado desta misantropía idiota (a razom dos esforzos e que as festas adoitam rematar melhor). 
Constato que na cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imos assasinando o que queda do verám.</p>
<p>Constato que tenho diamantes duros dos que de vez em quando me esquezo, que resistem os auto-bombardeos (Hometown Glory).</p>
<p>Constato que a pesar dos meus tirando-a-bos esforços inda nom me dim auto-arrancado desta misantropía idiota (a razom dos esforzos e que as festas adoitam rematar melhor). </p>
<p>Constato que na cidade pirata tenho um estupendo sofá e um dormitorio que é preciso ponher a funcionar quanto antes.</p>
<p>Encomendo-me ao Cabo Ortegal pra xiar o sorriso i o olhar. Seja eu vento i rompente.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Old School</title>
		<link>http://xiada.blogaliza.org/2009/08/16/old-school/</link>
		<comments>http://xiada.blogaliza.org/2009/08/16/old-school/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 11:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xiada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[O melhor da noite: uns korunhos q tocavam rock old-school, pube na barra, e poquito mais.
Por se havia duvidas, sidonie=mierda.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O melhor da noite: uns korunhos q tocavam rock old-school, pube na barra, e poquito mais.</p>
<p>Por se havia duvidas, sidonie=mierda.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://xiada.blogaliza.org/2009/08/16/old-school/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
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		<title>Postmanifesto</title>
		<link>http://xiada.blogaliza.org/2009/07/14/postmanifesto/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 16:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xiada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrevo pouco e confuso (pasamos de coleccionar estupideces: quedo-me eu co sabor dum lóstrego ou com medio olhar)
e gusta-nos ser enigmáticos porque
é a metade da diverssom.
(Tres quartos de todos esses livros nom valem nem pra queimar)
Imos escrever com sangue dende as entranhas&#8230; e logo falamos. ¿A que sabe a súa?
Sigo querendo umha nave espacial,
ou má(o)is [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevo pouco e confuso (pasamos de coleccionar estupideces: quedo-me eu co sabor dum lóstrego ou com medio olhar)</p>
<p>e gusta-nos ser enigmáticos porque</p>
<p>é a metade da diverssom.</p>
<p>(Tres quartos de todos esses livros nom valem nem pra queimar)</p>
<p>Imos escrever com sangue dende as entranhas&#8230; e logo falamos. ¿A que sabe a súa?</p>
<p>Sigo querendo umha nave espacial,</p>
<p>ou má(o)is dmt,</p>
<p>porque nom se me ocorre nada máis divertido.</p>
<p>(Nom se chama experimentar exactamente- chama-se jogar aos dardos- quando o único que podes perder som anacos de espelhos cegos)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Denbora</title>
		<link>http://xiada.blogaliza.org/2009/05/14/113/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 14:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xiada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[Ozeanoak pasatzen dituzten
arrain bakartiak lez, errari,
naufrago gabiltz intxaur oskol baten,
haize erauntsien mirabe, norabide gabe.
Ez dakigu zenbat denbora falta den,
ez zenbat behar den, nora goazen.
Erlojuak hautsi genituen eta orain
area eskuetan, eskuetatik ihes.
Emaidazu eskua eta oinutsik
iragango dugu elkarrekin, denbora,
memoriaren errautsen gainean oinak errez, denbora.
Atzoko suen hausterrek oraindik
erretzen badute ere segi aurrera,
ez dizut emango galderarik ezidazu
eskatu erantzunik, goazen [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Ozeanoak pasatzen dituzten<br />
arrain bakartiak lez, errari,<br />
naufrago gabiltz intxaur oskol baten,<br />
haize erauntsien mirabe, norabide gabe.</div>
<div>Ez dakigu zenbat denbora falta den,<br />
ez zenbat behar den, nora goazen.<br />
Erlojuak hautsi genituen eta orain<br />
area eskuetan, eskuetatik ihes.</div>
<div>Emaidazu eskua eta oinutsik<br />
iragango dugu elkarrekin, denbora,<br />
memoriaren errautsen gainean oinak errez, denbora.</div>
<div>Atzoko suen hausterrek oraindik<br />
erretzen badute ere segi aurrera,<br />
ez dizut emango galderarik ezidazu<br />
eskatu erantzunik, goazen aurrera.</div>
<div>Bihotza emango dizutnik,<br />
trikuazal baten bildurik,<br />
hautsi ez dadin,<br />
mindu ez dadin,<br />
urra ez dadin, bilduta emango dizut nik.</div>
<p><object width="353" height="132" data="http://www.goear.com/files/external.swf?file=931aaa9" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.goear.com/files/external.swf?file=931aaa9" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="quality" value="high" /></object></p>
<p>Errantes coma os peixes solitários</p>
<p>que surcam os océanos, naufragamos nesta</p>
<p>casca de noz, escrava do vento.</p>
<p>Nom sabemos quanto tempo nos queda</p>
<p>nem quanto precisamos</p>
<p>nem sequera cara onde imos.</p>
<p>Esnaquizamos os relógios e, agora</p>
<p>a areia escapa-nos entr&#8217;os dedos.</p>
<p>Dá-me a tua man. Cruzaremos</p>
<p>descalzos, o tempo</p>
<p>queimando-nos os pés sobr&#8217;as cinzas da memória,</p>
<p>tempo.</p>
<p>Anque as cinzas dos lumes extinguidos inda queimen,</p>
<p>sigue adiante.</p>
<p>Eu nom che darei</p>
<p>preguntas</p>
<p>tu nom me pidas respostas.</p>
<p>Imos cara diante.</p>
<p><span style="color: #ff0000">Goazen Aurrera</span>.</p>
<p>Eu darei-che o meu coraçom</p>
<p>envolto em pel d&#8217;ouriço</p>
<p>pra que nom se rompa</p>
<p>pra que nom se manque</p>
<p>pra que nom se agrete.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Unter Feinden</title>
		<link>http://xiada.blogaliza.org/2009/04/29/unter-feinden/</link>
		<comments>http://xiada.blogaliza.org/2009/04/29/unter-feinden/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 11:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xiada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[Dort der Galgen, hier die Stricke
Und des Henkers roter Bart,
Volk herum und giftge Blicke -
Nichts ist neu dran meiner Art!
Kenne dies aus hundert Gängen,
Schrei‘s euch lachend ins Gesicht:
„Unnütz, unnütz, mich zu hängen!
Sterben? Sterben kann ich nicht!“
Bettler ihr! Denn euch zum Neide
Ward mir, was ihr &#8211; nie erwerbt:
Zwar ich leide, zwar ich leide -
Aber ihr &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: white">Dort der Galgen, hier die Stricke<span style="color: #c0c0c0"><br />
Und des Henkers roter Bart,<br />
Volk herum und giftge Blicke -<br />
Nichts ist neu dran meiner Art!<br />
Kenne dies aus hundert Gängen,<br />
Schrei‘s euch lachend ins Gesicht:<br />
„Unnütz, unnütz, mich zu hängen!<br />
Sterben? Sterben kann ich nicht!“</span></span></p>
<p><span style="color: #c0c0c0">Bettler ihr! Denn euch zum Neide<br />
Ward mir, was ihr &#8211; nie erwerbt:<br />
Zwar ich leide, zwar ich leide -<br />
Aber ihr &#8211; ihr sterbt, ihr sterbt!<br />
Auch nach hundert Todesgängen<br />
Bin ich Atem, Dunst und Licht -<br />
„Unnütz, unnütz, mich zu hängen!<br />
Sterben? Sterben kann ich nicht!“</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Diário de batalha.  17/4/2009</title>
		<link>http://xiada.blogaliza.org/2009/04/17/diario-de-batalha-1742009/</link>
		<comments>http://xiada.blogaliza.org/2009/04/17/diario-de-batalha-1742009/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 15:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xiada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[
¡Ah! Estíro-me coma um gato ao sol, ao sol do berbês, marinheiro e retranqueiro. Toda a vida da que bebo flúe bem esta manha. A fotosíntesis é o privilégio dos que conhecem o corpo.

O corpo e a ialma. Todo esto derívase de ter estado um anaco antes forjando símbolos na madeira.

(Alto: Assim como o vaso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p>¡Ah! Estíro-me coma um gato ao sol, ao sol do berbês, marinheiro e retranqueiro. Toda a vida da que bebo flúe bem esta manha. A fotosíntesis é o privilégio dos que conhecem o corpo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm">O corpo e a ialma. Todo esto derívase de ter estado um anaco antes forjando símbolos na madeira.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm">(Alto: Assim como o vaso recolhe água, os símbolos e os círculos, as estrelas e os mantras som puntos de organizaçom psíquica: Transmitimos as matérias primas da nossa realidade a travês delas, e organizamos informaçom para quando depois nos vaia fazer falha)</p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm">¡Ah! Muito se queijavam. ¡Muito nos intentam demonizar com mojigatadas a nós, agora os heróis da humanidade!</p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm">Fóra os intentos seus por controlar a realidade: nós, a divissom de exploraçom da Espêcie, sabemos que a realidade muda-se entrando no código e modificando três termos. A partir daí, cambiar de canle.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm">E hoje, esculpindo os máis infimos detalhes da alborada, regocijo-me eternamente em cada borde de nubes, em cada reflejo da ría, em cada onda de som, em cada anaco de vento.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm">Ah&#8230; esculpir a realidade <em>dum</em><span style="font-style: normal">. Eiquí a ciência do milênio que entra. A mágia é a ciência do cambio cerebral voluntário.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="font-style: normal"><img class="alignnone size-full wp-image-104" src="http://xiada.blogaliza.org/files/2009/04/rapture.jpg" alt="rapture" width="452" height="688" /><br />
</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Digital Polytheism</title>
		<link>http://xiada.blogaliza.org/2009/04/17/carregar-e-ejecutar-o-paganismo-de-alta-tecnologia-politeismo-digital/</link>
		<comments>http://xiada.blogaliza.org/2009/04/17/carregar-e-ejecutar-o-paganismo-de-alta-tecnologia-politeismo-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 14:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xiada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sen clasificar]]></category>

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		<description><![CDATA[http://deoxy.org/l_digpol.htm
http://deoxy.org/l_digpol.htm
http://deoxy.org/l_digpol.htm
We place no reliance
On virgin or pigeon;
Our Method is Science,
Our Aim is Religion.
 Aleister Crowley, from the journal &#8220;Equinox&#8221;
This digital universe is not user-friendly when approached  with a Newtonian mind. We are just now beginning to write a manual  of operations for the brain and the universe, both of which, it  turns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>http://deoxy.org/l_digpol.htm</p>
<p>http://deoxy.org/l_digpol.htm</p>
<p>http://deoxy.org/l_digpol.htm</p>
<p><em>We place no reliance<br />
On virgin or pigeon;<br />
Our Method is Science,<br />
Our Aim is Religion.<br />
<span style="font-size: xx-small"><strong> Aleister Crowley, from the journal &#8220;Equinox&#8221;</strong></span></em></p>
<p><em>This digital universe is not user-friendly when approached  with a Newtonian mind. We are just now beginning to write a manual  of operations for the brain and the universe, both of which, it  turns out, are digital galaxies with amazing similarities. </em></p>
<p><em><span style="font-size: xx-small"><strong><br />
</strong></span></em></p>
<p>Up here in 1988, we are learning to experience what Nils  Bohr and Werner Heisenberg could only dream of. The universe,  according to their cyberdelic equations, is best described as a  digital information process with sub-programs and temporary ROM  states, megas called galaxies, maxis called stars, minis called  planets, micros called organisms, and nanos known as molecules,  atoms, particles. All of these programs are perpetually in states  of evolution, i.e., continually &#8220;running.&#8221;</p>
<p>It seems to follow that the great intellectual challenge of  the 20th century was to make this universe &#8220;user friendly,&#8221; to  prepare individual human beings to decode, digitize, store,  process and reflect the sub-programs which make up his/her own  personal realities.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<h3>THE CYBERPUNK AS MODERN ALCHEMIST</h3>
<p>The baby boom generation has grown up in an electronic world  of TV and personal computing screens. The cyberpunks offer  metaphors, rituals, life styles for dealing with the universe of  information. More and more of us are becoming electro-shamans,  modern alchemists.</p>
<p>Alchemists of the Middle Ages described the construction of  magical appliances for viewing future events, or speaking to  friends distant or dead. Writings of Paracelsus describe a mirror  of ELECTRUM MAGICUM with telegenic properties, and crystal scrying  was in its heyday.</p>
<p>Today, digital alchemists have at their command tools of a  precision and power unimagined by their predecessors. Computer  screens ARE magical mirrors, presenting alternate realities at  varying degrees of abstraction on command (invocation). Aleister  Crowley defined magick as &#8220;the art and science of causing change  to occur in conformity with our will,&#8221; and to this end the  computer is the universal level of Archimedes.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>THINK FOR YOURSELF</p>
<p>QUESTION AUTHORITY</p>
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