Xiada | O Cabaleiro Alvar e a guerra semántica

Quan jo sigui ben mort…

L’endemà de bon matí
veu la forca preparada,
en “La Pera” dóna un crit,
és l’última pregària:

Quan jo sigui ben mort
i penjat de l’alta forca
i defalleixi mon cor
i m’aneu a posar a la fossa,


que algú resi una pregària
davant la Verge del Carme
i que dos ciris tinguin flama.

Ningú no ho va fer…

É francamente vivificante

enganchar o dia cos dentes

Muito melhor assim!

Yep yep.

Imos assasinando o que queda do verám.

Constato que tenho diamantes duros dos que de vez em quando me esquezo, que resistem os auto-bombardeos (Hometown Glory).

Constato que a pesar dos meus tirando-a-bos esforços inda nom me dim auto-arrancado desta misantropía idiota (a razom dos esforzos e que as festas adoitam rematar melhor).

Constato que na cidade pirata tenho um estupendo sofá e um dormitorio que é preciso ponher a funcionar quanto antes.

Encomendo-me ao Cabo Ortegal pra xiar o sorriso i o olhar. Seja eu vento i rompente.

Old School

O melhor da noite: uns korunhos q tocavam rock old-school, pube na barra, e poquito mais.

Por se havia duvidas, sidonie=mierda.

Postmanifesto

Escrevo pouco e confuso (pasamos de coleccionar estupideces: quedo-me eu co sabor dum lóstrego ou com medio olhar)

e gusta-nos ser enigmáticos porque

é a metade da diverssom.

(Tres quartos de todos esses livros nom valem nem pra queimar)

Imos escrever com sangue dende as entranhas… e logo falamos. ¿A que sabe a súa?

Sigo querendo umha nave espacial,

ou má(o)is dmt,

porque nom se me ocorre nada máis divertido.

(Nom se chama experimentar exactamente- chama-se jogar aos dardos- quando o único que podes perder som anacos de espelhos cegos)

Denbora

Ozeanoak pasatzen dituzten
arrain bakartiak lez, errari,
naufrago gabiltz intxaur oskol baten,
haize erauntsien mirabe, norabide gabe.
Ez dakigu zenbat denbora falta den,
ez zenbat behar den, nora goazen.
Erlojuak hautsi genituen eta orain
area eskuetan, eskuetatik ihes.
Emaidazu eskua eta oinutsik
iragango dugu elkarrekin, denbora,
memoriaren errautsen gainean oinak errez, denbora.
Atzoko suen hausterrek oraindik
erretzen badute ere segi aurrera,
ez dizut emango galderarik ezidazu
eskatu erantzunik, goazen aurrera.
Bihotza emango dizutnik,
trikuazal baten bildurik,
hautsi ez dadin,
mindu ez dadin,
urra ez dadin, bilduta emango dizut nik.

Errantes coma os peixes solitários

que surcam os océanos, naufragamos nesta

casca de noz, escrava do vento.

Nom sabemos quanto tempo nos queda

nem quanto precisamos

nem sequera cara onde imos.

Esnaquizamos os relógios e, agora

a areia escapa-nos entr’os dedos.

Dá-me a tua man. Cruzaremos

descalzos, o tempo

queimando-nos os pés sobr’as cinzas da memória,

tempo.

Anque as cinzas dos lumes extinguidos inda queimen,

sigue adiante.

Eu nom che darei

preguntas

tu nom me pidas respostas.

Imos cara diante.

Goazen Aurrera.

Eu darei-che o meu coraçom

envolto em pel d’ouriço

pra que nom se rompa

pra que nom se manque

pra que nom se agrete.

Unter Feinden

Dort der Galgen, hier die Stricke
Und des Henkers roter Bart,
Volk herum und giftge Blicke -
Nichts ist neu dran meiner Art!
Kenne dies aus hundert Gängen,
Schrei‘s euch lachend ins Gesicht:
„Unnütz, unnütz, mich zu hängen!
Sterben? Sterben kann ich nicht!“

Bettler ihr! Denn euch zum Neide
Ward mir, was ihr – nie erwerbt:
Zwar ich leide, zwar ich leide -
Aber ihr – ihr sterbt, ihr sterbt!
Auch nach hundert Todesgängen
Bin ich Atem, Dunst und Licht -
„Unnütz, unnütz, mich zu hängen!
Sterben? Sterben kann ich nicht!“

Diário de batalha. 17/4/2009

¡Ah! Estíro-me coma um gato ao sol, ao sol do berbês, marinheiro e retranqueiro. Toda a vida da que bebo flúe bem esta manha. A fotosíntesis é o privilégio dos que conhecem o corpo.

O corpo e a ialma. Todo esto derívase de ter estado um anaco antes forjando símbolos na madeira.

(Alto: Assim como o vaso recolhe água, os símbolos e os círculos, as estrelas e os mantras som puntos de organizaçom psíquica: Transmitimos as matérias primas da nossa realidade a travês delas, e organizamos informaçom para quando depois nos vaia fazer falha)

¡Ah! Muito se queijavam. ¡Muito nos intentam demonizar com mojigatadas a nós, agora os heróis da humanidade!

Fóra os intentos seus por controlar a realidade: nós, a divissom de exploraçom da Espêcie, sabemos que a realidade muda-se entrando no código e modificando três termos. A partir daí, cambiar de canle.

E hoje, esculpindo os máis infimos detalhes da alborada, regocijo-me eternamente em cada borde de nubes, em cada reflejo da ría, em cada onda de som, em cada anaco de vento.

Ah… esculpir a realidade dum. Eiquí a ciência do milênio que entra. A mágia é a ciência do cambio cerebral voluntário.

rapture

Digital Polytheism

http://deoxy.org/l_digpol.htm

http://deoxy.org/l_digpol.htm

http://deoxy.org/l_digpol.htm

We place no reliance
On virgin or pigeon;
Our Method is Science,
Our Aim is Religion.
Aleister Crowley, from the journal “Equinox”

This digital universe is not user-friendly when approached with a Newtonian mind. We are just now beginning to write a manual of operations for the brain and the universe, both of which, it turns out, are digital galaxies with amazing similarities.


Up here in 1988, we are learning to experience what Nils Bohr and Werner Heisenberg could only dream of. The universe, according to their cyberdelic equations, is best described as a digital information process with sub-programs and temporary ROM states, megas called galaxies, maxis called stars, minis called planets, micros called organisms, and nanos known as molecules, atoms, particles. All of these programs are perpetually in states of evolution, i.e., continually “running.”

It seems to follow that the great intellectual challenge of the 20th century was to make this universe “user friendly,” to prepare individual human beings to decode, digitize, store, process and reflect the sub-programs which make up his/her own personal realities.

(…)

THE CYBERPUNK AS MODERN ALCHEMIST

The baby boom generation has grown up in an electronic world of TV and personal computing screens. The cyberpunks offer metaphors, rituals, life styles for dealing with the universe of information. More and more of us are becoming electro-shamans, modern alchemists.

Alchemists of the Middle Ages described the construction of magical appliances for viewing future events, or speaking to friends distant or dead. Writings of Paracelsus describe a mirror of ELECTRUM MAGICUM with telegenic properties, and crystal scrying was in its heyday.

Today, digital alchemists have at their command tools of a precision and power unimagined by their predecessors. Computer screens ARE magical mirrors, presenting alternate realities at varying degrees of abstraction on command (invocation). Aleister Crowley defined magick as “the art and science of causing change to occur in conformity with our will,” and to this end the computer is the universal level of Archimedes.

(…)

THINK FOR YOURSELF

QUESTION AUTHORITY

Acerca da Lei das Octavas. As oito inteligências do Homo Sapiens.

http://deoxy.org/8brains.htm

“the map is not the territory”
“o mapa nom é o território”
“el mapa no es el territorio”
“il programma non è il territorio”
“la carte n’est pas le territoire”
“die Karte ist nicht die Gegend”